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Greca amplia na saúde a tecnologia a favor da comunidade

Em contraste com a RMC onde gestores com falta de capacitação, ou de visão antiquada tratam a tecnologia como um gasto e não como um investimento, o prefeito Rafael Greca formado em Economia pela Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP), e em Engenharia Civil, com especialização em Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná em 1978 acaba de divulgar uma grande melhoria no serviço de saúde, inclusive mencionando a Internet das Coisas (IoT,vide final do artigo).

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participou nesta segunda-feira (17), em Curitiba, do lançamento de novos serviços da Central Saúde Já. Por telefone, o usuário do SUS agora poderá ter acesso à tele e vídeo consulta, principalmente para casos leves. O telefone é o mesmo que, em 2020, a cidade usou para atendimento da Covid-19.

De acordo com a ministra, Curitiba é referência no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) há anos e o serviço reflete aprendizados que o Brasil tirou da pandemia.

“A Central é resultado do grande aprendizado que tivemos na pandemia. Por mais que os resultados tenham sido tão tristes, com perda de tantas vidas, é preciso tirar lições e olhar para o futuro, sobretudo com o uso adequado de tecnologias em benefício do cidadão.”

Inicialmente, segundo a Prefeitura de Curitiba, o serviço estará disponível para pessoas de 18 a 25 anos que tenham cadastro definitivo e senha no Aplicativo Saúde Já. Com as novas funcionalidades, a Central terá horário de atendimento ampliado: de segunda a sexta-feira das 7h às 22h, inclusive feriados; sábado e domingo das 8h às 20h.

Na prática, a Central Saúde Já poderá ser utilizada para outras doenças, além das síndromes respiratórias. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o paciente poderá procurar a Central em caso de diarreia, dor de garganta ou ainda uma febre baixa. Pelo serviço, o usuário será triado e, caso necessário, encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou uma unidade básica de saúde.

O prefeito Rafael Greca afirma que a inovação garante um atendimento mais rápido a todo morador de Curitiba.

“Agora nós vamos atender, além das doenças respiratórias, todo tipo de síndrome aguda. A internet das coisas é 4.0 e essa Central é 4.1, porque é a internet das coisas para servir aos indivíduos. O 1 é você curitibano, somos todos e cada um de nós que poderemos ser atendidos em casa pelo serviço de saúde.”

Inovação

O vice-prefeito Eduardo Pimentel também lembrou da pandemia e destacou o trabalho realizado pela cidade nos últimos três anos.

“Mais uma vez mostra o trabalho inovador e pioneiro que Curitiba fez quando a pandemia começou. O teleatendimento foi muito importante, uma vez que conseguíamos preservar o paciente de ir até uma UPA, sendo atendido nos primeiros sintomas de casa. É um serviço ampliado para que possamos aperfeiçoar cada vez mais a qualificação da telemedicina.”

O que é IOT?

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) refere-se a uma rede de objetos físicos interconectados que são incorporados com sensores, software, eletrônicos e conectividade à internet, permitindo que esses objetos coletem e troquem dados em tempo real. Esses objetos podem variar desde dispositivos simples, como eletrodomésticos e sensores de temperatura, até dispositivos mais complexos, como veículos autônomos e equipamentos industriais.

A IoT tem o potencial de transformar diversos setores, como saúde, indústria, transporte, agricultura, entre outros, ao possibilitar a comunicação entre objetos e a coleta de dados em tempo real, o que pode levar a melhorias na eficiência, tomada de decisões mais informadas, automação de processos e até mesmo na criação de novos modelos de negócio.

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